
Beatriz Milhazes, Paz e Amor, 1995-1996.
Eu chamo a primeira aula da oficina Para ver e Dobrar de Paisagens Imaginárias. Para mim, quase tudo no mundo poderia ser relido ou referenciado através do Origami. Com as obras de arte contemporânea, a identificação é frequentemente imediata e mágica. As obras de Beatriz Milhazes são perfeitas para iniciar esse percurso de fruição e releituras. Suas telas compostas por estrelas, formas circulares, flores modulares, mandalas. Modelos dobrados nos levam aos céus e jardins de Beatriz Milhazes.

Beatriz Milhazes, várias obras.
Enquanto dobrávamos, também víamos imagens de obras de Kathryn Chan, Miró, Kandinsky, Polly Apfelbaum e Jane Hammond.

Polly Apfelbaum, Love me tender, 2005.

Miró, Nocturne, 1940.

Jane Hammond, Scrapbook, 2003.
A releitura apresentada na aula: